arlon

joined 1 month ago
[–] arlon@connexia.hibiol.eu 2 points 1 hour ago (1 children)

@PoisonDart Whatsapp e blogues entram nisso então?

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@Staden_ Mas por quê, o que mudou?

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@daltux @Cochise O conceito de uma plataforma de entretenimento que possui recurso de interação como “rede social” (Youtube, TikTok, Substack) contempla os blogues, e sou muito resistente a considerar blogue como rede social... O artigo que o @caiocgo compartilhou parece esclarecer muito bem essa diferença:

Social Network Sites: Definition, History, and Scholarship (Oxford Academic).

[–] arlon@connexia.hibiol.eu 2 points 2 hours ago

@caiocgo Perfeitamente. Eu mesmo me confundi na escrita do post cabeça do fio... Usei #socialmedia. E para falar a verdade, nem sei se há um termo equivalente a “rede social” em inglês...

[–] arlon@connexia.hibiol.eu 2 points 3 hours ago (5 children)

@Cochise

mídia social

Caralho, e agora que reparei que falei de social media, não de rede social. Penso melhor nas plataformas supracitadas como mídias sociais, mas não como redes sociais, na verdade. Não consigo elaborar isso agora, porém.

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Conceito de rede social? (connexia.hibiol.eu)
submitted 3 hours ago* (last edited 3 hours ago) by arlon@connexia.hibiol.eu to c/batepapo@lemmy.eco.br
 

Conceito de rede social?

É impressão minha, ou, desde o TikTok, o parâmetro de “rede social” está abrangente para um caralho?

Estudantes meus de ensino fundamental consideram Youtube como rede social. Agora há pouco um camarada da faculdade falou que “Ficou muito interessado pela rede social alternativa Substack (!)“.

Parece que o simples fato de haver recursos de comunicação basta para considerar plataformas de entretenimento como redes sociais. Se isso de fato aproxima ou não as pessoas, estreita relações ou cria comunidades, foda-se, né? É lateral.

O que vocês pensam sobre isso? O conceito de rede social mudou ou mudaram os usuários? #Youtube, #TikTok e #Substack podem ser consideradas como #socialmedia?

@batepapo

[–] arlon@connexia.hibiol.eu 1 points 1 day ago

@YaxPasaj @PiraHxCx

Normal, é assim em qualquer lugar

E em qualquer língua. Estou estudando francês, e há expressões que, apesar de entender, eu não sei como traduzir em português. Isso até a nível gramatical. Acho que as expressões publicadas pelo OP, por mais que façam parte do vocabulário brasileiro, devem ter um relativo em língua estrangeira.

De qualquer forma, que nem sugeriu o @yuribravos certa vez, por que não utilizar expressões em português brasileiro mesmo falando línguas estrangeiras? Afinal, a gente fala mise en place, network e tutti frutti, sem nem pensar que são expressões estrangeiras. O mundo também precisa de um pouco de português hehe

[–] arlon@connexia.hibiol.eu 2 points 1 day ago (1 children)

@guilhermegnzaga O âncora do podcast Resumido chama isso de “gororoba digital”, que não acho tão legal, mas ainda é melhor do que qualquer termo em inglês.

[–] arlon@connexia.hibiol.eu 1 points 1 day ago

@YaxPasaj

Conseguir entrevista sem indicação, por si só, já é um sinal que você está mandando bem.

Sério? Pois vou seguir na luta. O problema é que não tenho mais visto tantos anúncios como no fim do ano passado. Quando aparece são as mesmas escolas republicando anúncios. Pretendo anunciar aqui no Fediverso, mas em outra área, que eu acho mais interessante pra mim inclusive.

[–] arlon@connexia.hibiol.eu 2 points 5 days ago (2 children)

@YaxPasaj Obrigado! O que pega é esse

"se alguém te indicou para a vaga"

Porque só estou enviando currículo para escolas que vejo por anúncios. Nada indicado.

Espero que role essa química em alguma dessas escolas...

 

Entrevista de emprego

Terei uma entrevista à tarde para vaga de professor de português de educação básica em uma escola de bairro.

Vocês que já rodaram pelo mercado de trabalho, tanto de educação quanto alhures, quais dicas me dariam para me sair bem?

@batepapo

[–] arlon@connexia.hibiol.eu 2 points 1 week ago

@nossaquesapao Tenho pensado ultimamente a respeito da diferença entre paz e tédio.

Lembro de um meme que dizia

Talvez o tédio pelo qual eu esteja passando seja a paz que eu sempre quis.

Na maior parte do tempo estamos buscando nos ocupar com alguma coisa ― isso quando não somos tragados pela ocupação.

Acho que parte da possibilidade de retardar o tempo está, sim, em curtir o tédio ― como é o caso do aluninho da sua anedota; mas a maior parte, creio eu, esteja em aprender a buscar e cultivar a paz e a tranquilidade.

Ultimamente eu tenho dado algum valor a essas palavras que parecem tão banais, seja por conta da repetição no senso comum, seja por conta da publicidade. Mas penso que a paz, quando identificada e aproveitada, pode mudar totalmente a abordagem que alguém toma da vida.

[–] arlon@connexia.hibiol.eu 1 points 1 week ago

@almino @ICastFist Totalmente de acordo. É preciso criar espaços de neutralização do mundo digital. Inclusive cunhei o termo #offpunk para designar pessoas que têm saído da internet desde que ela se tornou um espaço de mercantilização de dados e da atenção, seja como uma forma de preservação da própria saúde mental, seja para não compactuar com esse modelo de economia.

Não há ainda muito a respeito desse conceito, porque ainda não escrevi sobre ele no meu blogue, mas estou planejando publicar um manifesto a respeito disso algum dia de 2026.

 

Retardando propositalmente a vida

Ultimamente, não sei se em razão do recesso, tenho sentido o tempo passar diferente. Não sei por que o dizem, mas a vida não passa assim rápido na vida adulta. Em alguns momentos, paro e olho para o relógio e ainda é manhã, quando pensava que já seria tarde. Por sorte, não me sinto aborrecido com isso, e até fico feliz!

Quais as suas estratégias para “retardar” o tempo, ao menos psicologicamente?

As minhas:

  1. fazer atividades offline, como ler, escrever (sobretudo em máquina de escrever) e ligar para as pessoas;
  2. meditar;
  3. estar com quem gosto;
  4. perceber como a luz cai sobre os objetos;
  5. manusear papéis guardados, escritos meus ou de amigos.

Algumas dessas atividades não são assim cronófagas, mas ainda assim parece que passei horas com elas.

@batepapo

 

Curadoria de música ao redor do mundo

Queria encontrar alguma rádio online ou algum playlisteiro que faça curadoria de música global com a competência do Suniye (Instagram).

Alguém tem alguma boa referência?

@musica

 

Viver no presente

Ontem fiz minha defesa de monografia. Não fiquei nervoso, fui elogiado e saí com nota dez dada pela banca. Mas na maior parte do tempo estive entre perdido ou indiferente, meio que sem saber qual a dimensão daquilo pelo qual eu estava passando.

Tenho uma grande dificuldade com rituais e cerimônias. Sempre lembro daquela fábula em que diz que um peixinho nada até um peixe mais velho e diz:

— Com licença, estou buscando esse negócio que chamam de oceano...

— O oceano?, pergunta o peixe velho, É onde você está agora.

No que o peixinho diz:

— Não... isto só é água! O que eu procuro mesmo é o oceano!

A maior parte da nossa vida trata-se de busca de resultados, mas não de perceber processos. A gente vive buscando felicidade, mas esquece de ter paz. A gente tenta encontrar felicidade em um momento, quando ela está na verdade em cada segundo em que a gente estiver disposto a vê-la.

Mais do que ficar rico, quero ficar satisfeito com aquilo que já tenho agora. Essa é a minha herança verdadeira.

@batepapo

 

Como driblar a concentração das redes sociais comerciais?

Vocês que são off de tudo: lidam com gerência de programações? Como sabem das novidades?

Um colega meu da poetaiada me mandou um convite para um seminário. Pelo Instagram. Eu não entro nessa droga há meses. Ele tem meu número de telefone e meu e-mail, mas preferiu. Enviar. Pelo. Instagram.

Fiquei muito puto, e o jeito com que estou tentando superar esse problema é seguindo perfis que me interessam através do Imgnn, que abre perfis do Instagram sem precisar de ter conta.

Incrível como as pessoas naturalizam a ideia mentirosa de que todo mundo usa essa rede comercial com frequência e de que basta publicar lá para que todas as pessoas estejam sabendo.

@batepapo

 

Calibre e IA?

Vocês estão sabendo que o #Calibre, programa de gerenciamento de #ebook, terá atualização nova na qual há integração com inteligência artificial?

Release: 8.16.2 [04 Dec, 2025] (calibre.ebook.com)

Há uma alternativa para esse software? Ou: já há movimentações para gerenciar um script para conter esse recurso de #IA? Sempre gostei dele, adoro os seus recursos envolvendo RSS, mas imagino que, com essa nova atualização, ele vai dar uma enganchada...

@tecnologia

 

Músicas do tempo de escola

Ideia para o #musiquinta:

músicas que conhecemos em alguma aula da escola.

Eu adoraria conhecer mais músicas que passam aquela energia de aula de Geografia, História ou Português.

Quando eu estava no terceiro ano do ensino médio, tínhamos uma professora que não dava aula direito, mas que só lançava temazo na sala. Chegou até a tocar Tribo de Jah, que ainda hoje escuto às vezes.

Que músicas vocês publicariam nessa etiqueta?

@musica

 

Dúvidas sobre importação e exportação de dados em programa de áudio

Alguém aqui usa o #Rhythmbox, o reprodutor de música, rádio em linha e podcasts nativo do #XFCE?

Não sabia dessas funções do software, e só isso mata a necessidade de um programa extra para podcasts e outro para rádio (o que eu fazia até então).

O problema é: o Rhythmbox não fornece opções nem de importação de feed OPML/XML (para podcasts) e nem dá a opção de exportar essas informações... ao menos nativamente.

Alguém que curta esse programa sabe algum truque para esses procedimentos?

@tecnologia

 

É essa a minha dúvida, Fedi. “Melhor” não quer dizer “perfeito”, eu sei.

As últimas notícias sobre a instalação a contrapelo de um datacenter no interior cearense me deixaram revoltado e pensando sobre exemplos de países digitalmente soberanos, mas a lista não passa de China.

@tecnologia

#datacenter #TikTok

 

#SurfandoWeb com música!

Mais especificamente “criação” de música.

Pelo Patatap você pode fazer beats aleatórios com o teclado (e também com o mouse, o que acho meio difícil). Caso queira mudar o “menu” de batidas, basta apertar a barra de espaço. Não recomendado para pessoas que não têm coordenação motora :D Ou recomendado sobretudo para elas, quem sabe?

O sítio precisa de Javascript ativado, está em inglês, mas é bem intuitivo.

Conheci pela newsletter Offline Crush que li certa vez pelo @lerama

how to use the internet again: a curriculum (Offline Crush ― Substack).

@musica

 

O desconhecido na língua estrangeira.

Por que é menos desesperador ver uma palavra desconhecida na língua materna do que ver uma palavra desconhecida em língua estrangeira?

Estava aqui dando uma lida no meu agregador de RSS e fui clicando nas notícias. Aquelas em inglês eu batia o olho e na primeira palavra estranha eu desistia e ia para a próxima notícia. Aquelas em português, mesmo que eu não soubesse o que significava o termo, seguia na leitura.

Já tenho uma boa jornada com inglês, e sei que com paciência eu saco o significado das palavras na hora. Um dicionário médio também serve. Ainda assim, tenho muita resistência a ler nessa língua. Não sou capaz de dizer agora se o mesmo acontece em outras línguas que aprendi.

Será que isso acontece só comigo? Duvido.

@batepapo

#Linguística #Linguistica #Linguistics

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